sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Odeio nela.


O que eu odeio nela,
é o que de sua presença fica:
um tal de pôr em fuga a dor,
— minha etérea amante e amiga!

Um comentário:

Sonia Pereira disse...

oi. demorei alguns séculos para digerir a perfeição. isso é tão improvável dentro da ação humana, que duvidei. a incisão foi com precisão cirúrgica no esgotamento do pulso: nenhum edema ou nódoa, o espanto é certeiro. E vc nem precisava ser assim tão bonitinho!!! kkkkkkkkk